A Lei do Mandante já está em vigor no Brasil. Aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro, a nova legislação determina que uma emissora de televisão só precisa negociar com o time que detém o mando de campo de uma partida para poder transmiti-la.

Na prática, a medida acaba com os “apagões televisivos”, que ocorriam sempre um time não tivesse contrato ou acordo com uma emissora, inviabilizando as transmissões, já que a lei anterior exigia aprovação dos dois clubes em campo para permitir a exibição de um jogo ao vivo.

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Com isso, os clubes esperam mais “liberdade” para negociar seus jogos no Brasileirão, alegando que equipes que subiram recentemente para a Série A, como Coritiba (em 2020), Cuiabá e Red Bull Bragantino foram “obrigadas” a fechar com os direitos de transmissão de TV aberta e PPV com a Globo, já que a emissora detinha os direitos de quase todos os outros participantes nessas mídias (só não tem o pay-per-view do Athletico Paranaense).

Assim, o Blog do Allan Simon, que já analisou diversas vezes essa mudança, agora faz uma análise diferente. O ponto de vista dos clubes já foi alvo de estudos e projeções. Mas e o seu ponto de vista, torcedor e consumidor de futebol? Como a Lei do Mandante vai mudar a sua vida? É isso que você encontra neste vídeo:

Depois desse vídeo, quem quiser se aprofundar no ponto de vista de clubes e emissoras também pode encontrar informações aqui:

No ano passado, explicamos como funcionaria o Brasileirão com a Lei do Mandante caso ela valesse na época. Não foi o caso e nem será com a legislação aprovada agora, já que não incide sobre os contratos em vigor. Mas ainda serve como exemplo para o futuro:

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